domingo, 21 de julho de 2013

Havia então novamente uma lua naquele céu azul
e havia aquela sensação de conforto no que não era frio ou calor
já não se importava
sentou de olhos fechados a beira do nada
e pulou
abismo abaixo abriu os braços
e voou.
Já não era sem tempo
enfim reaprenderá seus caminhos:
Que estes não haviam.
E sorriu
em silêncio.

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